Superbike

Rea confia em boa performance na MotoGP, mas admite: “Ficaria surpreso se a oportunidade aparecesse”

Tricampeão do Mundial de Superbike, Jonathan Rea disse que acredita brigar pelo top-5 se tivesse uma moto top na Tricampeão do Mundial de Superbike, Jonathan Rea disse que acredita brigar pelo top-5 se tivesse uma moto top na MotoGP. Norte-irlandês reconheceu, porém, que não espera ter uma chance na elite do motociclismo mundial. Norte-irlandês reconheceu, porém, que não espera ter uma chance na elite do motociclismo mundial
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Jonathan Rea (Foto: Provec)

A atuação dominante de Jonathan Rea no Mundial de Superbike alimentou um debate sobre as chances do norte-irlandês na MotoGP. Dono de três títulos na série das motos de produção, o piloto da Kawasaki disputou duas corridas na classe rainha do Mundial de Motovelocidade em 2012, substituindo um lesionado Casey Stoner, e tem como melhor resultado um sétimo lugar no GP de Aragão.
 
Falando à publicação britânica ‘Motorcycle News’, Rea se mostrou confiante em ter uma boa performance na MotoGP, mas admitiu que ficaria surpreso por ter uma chance.
Jonathan Rea disse que ficaria surpreso com chance na MotoGP (Foto: WSBK)

Questionado sobre como se sairia com uma boa moto de MotoGP, Rea respondeu: “Você nunca pode dizer, mas eu tenho 100% de fé de que com uma máquina top, eu poderia ser um cara do top-5”.
 
“Não tenho dúvidas, mas ficaria surpreso se a oportunidade aparecesse um dia”, admitiu. “Mesmo em 2019, não tenho ideia. Está muito longe!”, seguiu.
 
Jonathan avaliou que é bom que a maioria dos pilotos esteja no último ano do contrato em vigor e lembrou que não vê mais sua idade como um empecilho, citando Valentino Rossi e Andrea Dovizioso como exemplos.
 
“Normalmente, aquele campeonato começa a se definir antes do que aqui, então, provavelmente, no primeiro quarto da temporada da MotoGP as pessoas vão começar a conversar”, considerou. “É bom para mim que a maioria das pessoas esteja sem contrato no fim do próximo ano”, ponderou.
 
“Eu costumava achar que a opção lá é de que 30 é velho demais. Agora estamos vendo que 30 é a idade em que os pilotos estão crescendo. Valentino está muito bem dentro dos 30, Dovizioso também está nos 30, então tem muito a ver com experiência”, ponderou. “Talvez agora seja o momento em que eu seria aceito. Eu certamente sinto que estou pilotando em meu melhor e tenho muito para dar também. Veremos”, concluiu.
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