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Indy encanta após primeiro teste em Sebring, e Ericsson tem “paixão pelas corridas” restaurada

Agora na Indy, Marcus Ericsson afirmou que o teste em Sebring restaurou sua “paixão pelas corridas”. O novo piloto da Schmidt Peterson avaliou que o volume de trabalho na categoria norte-americana é a maior diferença em relação a F1
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Marcus Ericsson (Foto: Joe Skibinski/Indy)
Marcus Ericsson precisou de apenas um teste para ser seduzido pela Indy. Depois de testar com a Schmidt Peterson em Sebring na terça-feira, o sueco avaliou que teve sua “paixão pelas corridas” restaurada.
 
Com 96 GPs na F1 no currículo, Ericsson saiu impressionado do primeiro contato com o Dallara-Honda e avaliou que o volume de trabalho do piloto é a maior diferença em comparação com a F1.
Marcus Ericsson já se encantou pela Indy (Foto: Joe Skibinski/Indy)
Mas não foi só isso que chamou a atenção de Marcus. O sueco, que antes de guiar assistiu seus novos companheiro de equipe na posta, destacou a diferença no ambiente das duas classes.
 
“Eu nunca tinha visto os carros pessoalmente antes”, disse Ericsson ao site ‘F1i’. “Foi bom ver os outros caras saírem. O carro parece realmente legal. Eu vi muitos vídeos na internet para me preparar para isso”, seguiu.
 
“Estar aqui hoje e também ter a Penske aqui é o lugar perfeito para mim”, avaliou.
 
Apesar do contato com a categoria norte-americana ser ainda mínimo, Ericsson já foi seduzido pela nova atmosfera.
 
“Isso meio que me leva de volta ao motivo pelo qual me apaixonei pelas corridas”, comentou Marcus. “A F1 sempre será a F1, sabe? Mas é um pouco artificial em algumas maneiras. Você vai sempre para esses lugares perfeitos, e eu diria que isso não é correr. Isso restaura em mim a paixão pelas corridas”, insistiu.
 
O teste em Sebring, aliás, permitiu que Marcus conhecesse seu novo carro. E, claro, comparece o bólido da Schmidt Peterson com a F1.
 
“Como piloto, você tem de trabalhar muito mais neste carro”, indicou. “A F1 sempre parte da perfeição, enquanto aqui você tem de lidar com o carro que tem e aí aperfeiçoá-lo. É muito mais trabalho para o piloto. Essa é a maior diferença”, continuou.
 
Por fim, Ericsson se disse impressionado com o alto nível da equipe comandada por Taylor Kiel.
 
“Sinto, definitivamente, que tem coisas que posso trazer da minha experiência na F1 para ajudar o time a avançar, mas também acho que o time está realmente em um alto nível”, observou. “Fiquei impressionado com a maneira como eles trabalham e a preparação que fazem antes de um teste com todo o trabalho do lado do acerto. Isso foi bem impressionante”, concluiu.