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GP às 10: Entre a cruz e a espada, FE precisa criar alternativa ao formato carrinho de bate-bate

Modo ataque, carro futurista e um monte de novidades não impedem que a Fórmula E tenha sido conservadora ao definir a relação entre quantidade de energia disponível e tempo de corridas. Com energia de sobra em diversas etapas, ninguém controla a utilização e, assim, a luta por posições vira uma grande arena de carrinho de bate-bate. É algo que precisa mudar para a próxima temporada, avalia Pedro Henrique Marum

Grande Prêmio / Redação GP, do Rio de Janeiro
Na edição noturna do GP às 10 nesta quinta-feira (21), Pedro Henrique Marum avalia a necessidade que a Fórmula E tem em mudar a relação entre energia utilizável e tamanho das corridas. Atualmente, a FE apresenta situações em que o gerenciamento energético é completamente dispensável. Ritmo máximo durante toda a prova e pistas estreitas chegam a um resultado óbvio: falta de espaço. Daí as corridas cheias de pancadas, uma tentativa de abrir espaço. Embora divertidas, as provas escapam do caminho original do campeonato. 

O GP às 10 é a série que traz um comentário em vídeo dos jornalistas do GRANDE PRÊMIO, sempre às 10h (de Brasília), do dia e da noite. Veja aqui todas as edições do GP às 10.