F1

Com dois GPs no currículo, Giovinazzi nega beneficio de experiência prévia na F1: “Faz muito tempo”

Antonio Giovinazzi avaliou que as provas que disputou em 2017 como substituto de Pascal Wehrlein não serão de grande ajuda em sua estreia na F1. Além do tempo que já passou deste então, o novo piloto da Sauber considerou que teve pouco tempo de pista
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Antonio Giovinazzi (Foto: Ferrari)
Apesar dos dois GPs que tem no currículo, Antonio Giovinazzi não espera que a experiência de 2017 o ajude na estreia na F1. O jovem italiano disputou as provas da Austrália e da China como substituto de Pascal Wehrlein, que estava lesionado.
 
Companheiro de Kimi Räikkönen na Sauber em 2019, Giovinazzi avaliou que já faz muito tempo desde sua estreia na F1. Além do mais, Antonio destaca que teve pouco tempo de pista nas duas ocasiões.
 
O italiano assumiu o carro de Wehrlein na Austrália apenas no sábado, mas teve o fim de semana todo na China. A chuva, no entanto, acabou prejudicando.
Antonio Giovinazzi se disse ansioso para a estreia na F1 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Questionado se via a experiência de 2017 como uma ajuda para sua estreia na F1, Giovinazzi respondeu: “Infelizmente, já faz muito tempo. Foi no início do ano passado”. 
 
“Não foi um fim de semana completo, foi só no sábado”, disse, se referindo ao GP da Austrália. “Na China, eu perdi o TL1 e o TL2 por causa do clima, então de novo eu comecei pelo TL3”, continuou.
 
“Foi difícil chegar, mas, felizmente, o próximo ano será muito mais fácil”, comentou. “Terei os testes de inverno em Barcelona, e estarei muito mais pronto quando chegar em Melbourne”, ponderou.
 
Vice-campeão da GP2 em 2016, Giovinazzi atuou como reserva de Sauber e Ferrari e, assim, fez apenas uma corrida desde aquele GP da China de 2017, as 24 Horas de Le Mans. Às vésperas de voltar à ativa em tempo integral, Antonio reconheceu que sentiu saudade da pressão das pistas.
 
“Para ser honesto, mal posso esperar”, confidenciou. “Eu senti falta da pressão de um fim de semana de corrida e também da corrida no domingo”, contou.
 
“Por enquanto, estou relaxado para o TL1, fazendo meu trabalho. Mal posso esperar pela pressão real do próximo ano”, declarou. “Vai ser bem duro nas primeiras corridas. Tenho um campeão mundial ao meu lado, que tem muitos anos de F1. Preciso fazer meu trabalho, tentar melhorar corrida após corrida, e vamos ver no fim do ano se fiz um bom trabalho ou não”, concluiu.