F1

Chefe da Haas quer Grosjean “sem altos e baixos” por contrato em 2019: “No momento, está bem”

Para Günther Steiner, a Haas deve renovar com Romain Grosjean para a próxima temporada da F1 - mas só se o piloto continuar na fase atual e deixar para trás, de vez, o começo de ano caótico que teve em 2018
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Romain Grosjean (Foto: Haas)
Romain Grosjean demorou nove corridas para sair do zero em 2018 - mas, desde o GP da Áustria, quando foi quarto, já somou 27 pontos, e teria ainda mais não fosse a desclassificação após a corrida em Monza.

Desta forma, os boatos de que ele não teria seu contrato renovado com a Haas vão diminuindo. E agora a própria equipe deixa claro: o objetivo é manter a parceria, mas ainda existem algumas condições a serem provadas para que isso, de fato, ocorra.

"Obviamente são corridas assim que Romain normalmente tem", disse Günther Steiner, chefe da Haas, após o sexto lugar conquistado na pista na Itália.

"Precisamos que ele se mantenha assim, neste nível, e que não tenha altos e baixos, essa 'flutuação'. Você sempre tem variações, mas não pode variar muito. E acho que, no momento, ele está muito bem", seguiu, ao comentar sobre as chances do piloto seguir na equipe em 2019.
Romain Grosjean (Foto: Haas)
Nas oito primeiras corridas do ano, Grosjean abandonou três e obteve como melhor colocação um modesto 11° lugar na França. Desde então, porém, ele foi 4° na Áustria e top-10 na Alemanha, Bélgica e Hungria.

A Haas, assim, encostou na Renault na briga pelo quarto lugar no Mundial de Construtores: a equipe francesa tem 86 pontos, 10 a mais que a americana.

"Inicialmente sofri com as configurações, o que pode ter diminuído minha confiança. Cometi erros que não deveria. Foi minha culpa", resumiu o próprio Grosjean ao comentar sua situação.

"Agora entendi algumas coisas e estou no lugar em que deveria desde o começo da temporada", finalizou.