Endurance

“Momentos de montanha-russa”: Fittipaldi relembra alegria e tristeza durante adeus às pistas em Daytona

Christian Fittipaldi revelou que viveu emoções muito distintas ao longo da sua última corrida como piloto profissional. O capacete amarelo com as gotas pintadas em verde e o Cadillac DPi esconderam sentimentos que o piloto revela em entrevista exclusiva no GRANDE PREMIUM

Warm Up / Redação GP, de Sumaré
Confira a entrevista completa de Christian Fittipaldi no GRANDE PREMIUM

A decisão de encerrar a carreira como piloto profissional já estava amadurecida. Ainda em 2018, Christian Fittipaldi anunciou que deixaria as pistas e marcou a data derradeira da sua trajetória no esporte: 27 de janeiro, ao fim da disputa das 24 Horas de Daytona. A escolha não foi à toa, uma vez que a prova consagrou Christian como um dos grandes vencedores da história, com três conquistas.
 
A convicção sobre encerrar sua carreira profissional não significou necessariamente que o filho de Wilsinho ficou alheio às emoções que momentos de despedida costumam reservar. 
Christian Fittipaldi (Foto: José Mário Dias/Action Express)
Na verdade, foram sentimentos mistos, que o capacete amarelo com as gotas pintadas em verde e o Cadillac DPi da Action Express esconderam, mas que o piloto revelou em entrevista exclusiva ao GRANDE PREMIUM.
 
“Durante o fim de semana inteiro de corrida, houve alguns momentos de montanha-russa. Em alguns momentos estava feliz, em outros estava triste. Mas o mais importante é que estou me entendendo comigo mesmo”, comentou Fittipaldi, que correu pela última vez em Daytona ao lado de Filipe Albuquerque e do velho parceiro de vitórias, o também luso João Barbosa.
 
Christian ressalta o sentimento de dever cumprido e a segurança ao ter colocado um ponto final na carreira. “Estou tranquilo da decisão que tomei. Em paz e sem agressões internas”, completou.